29/07/2013

Comandos Forge

Segue uma lista de comandos úteis do JBoss forge para referência rápida, apesar disso a melhor dica é SEMPRE usar o TAB no teclado quando não souber um comando completo pois as opções serão listadas automaticamente.
list-commands : lista principais comandos do forge, não lista comandos específicos de plugins.
list-commands --all : Lista todos os comandos disponíveis do forge exceto comandos específicos de um plugin.
new-project : Cria um novo projeto, ex:
new-project --named {nomeProjeto} --topLevelPackage {br.com.seusoftwarewebsite} --projectFolder {/caminho/pasta/projeto}

persistence : Configura um framework de persistência ao seu projeto.
persistence setup --provider {providerJPAEscolhido} --container {appServerSelecionado}








22/01/2013

Como instalar o Postgres DB no CentOS

O primeiro passo é instalar o postgres server, para isso execute o comando em um shell:
sudo yum -y install postgresql-server

Isso irá fazer a instalação do Postgres e dos pacotes necessários para o seu ambiente e usará o postgresql-server disponível no repositório default do CentOS que você estiver rodando, neste caso quando fiz este post o postgres instalado foi o 8.4.13, se você faz questão de instalar a última versão disponível, procure outras instruções na internet ou na documentação oficial do Postgres ou se preferir adicione o repositório yum do postgresql no seu ambiente. Após instalado você deve ver uma mensagem como essa:

Agora precisamos inicializar o Banco de Dados pela primeira vez, digite o comando em um shell:
sudo service postgresql initdb

Aguarde a mensagem de inicialização:

Depois de inicializado a primeira vez pode-se então utilizar os comando start e stop de serviço normalmente para parar ou iniciar o servidor, por exemplo:
sudo service postgresql stop
sudo service postgresql start

Para configurações deve-se editar o arquivo /var/lib/pgsql/data/postgresql.conf , sugiro descomentar e mudar o listen address para all se estiver em ambiente de desenvolvimento(linha 59): listen_addresses = '*'
depois reinicie o servidor:
sudo service postgresql restart

Após a reinicialização vamos definir uma senha padrão para o usuário postgres, para isso devemos mudar o usuário do shell para postgres:
sudo su - postgres

Se pedir uma senha no comando acima deve-se utilizar a senha padrão do sudo do seu S.O normalmente.

Para mudar a senha basta digitar o comando: psql -c "alter user postgres with password 'nova_senha' "

Substitua nova_senha pela senha desejada e pronto, o postgresql está instalado e com o usuário de administração configurado. Podemos agora conectar um client visual para administrá-lo. Especificamente para o Postgres ugiro o pgAdmin ou se você preferir um genérico o Squirrel que server para vários bancos de dados.
Vou mostrar os passos para baixar e conectar o pgAdmin, primeiro use o yum para instalá-lo abaixo, ou se preferir dê uma olhada na documentação oficial:
yum install pgadmin3

Após instalado precisamos ainda executar uma última configuração no arquivo /var/lib/pgsql/data/pg_hba.conf para autorizar a conexão de clientes no Postgres que por default vem desabilitado, para isso editar o arquivo e modificar as permissões no final do arquivo, neste exemplo foi dada permissão para todos na sub-rede local acessarem: host all all 192.168.0.0/16 md5, deve-se comentar as outras entradas existentes no arquivo que no meu caso ficou assim:

Reinicie novamente o Postgres e pronto, isso deve ser suficiente para conectar o cliente pgAdmin e começar a desenvolver com o Postgresql.

21/01/2013

Como instalar Maven no CentOS 6

Primeiro vá ao site do Apache Maven e baixe a última versão disponível.
Se preferir pode usar o wget de um console shell para baixá-lo:
wget http://apache.mirror.pop-sc.rnp.br/apache/maven/maven-3/3.0.4/binaries/apache-maven-3.0.4-bin.tar.gz

No exemplo do wget acima usei o primeiro mirror disponível que apareceu na minha lista de download do site, você pode usar qualquer mirror que achar necessário bastando substituir a url. O wget irá baixar o pacote para o diretório onde o shell estiver no momento que você utilizar o comando.

Depois disso descompacte o pacote do maven no diretório de sua preferência, você pode usar o Nautilus visualmente ou usar o comando tar.
tar -xvf apache-maven-3.0.4-bin.tar.gz

Depois de descompactado adicione algumas variáveis de ambiente no seu usuário para deixar o Maven sempre disponível do shell, para isso edite o ${USER_HOME}/.bashrc
cd /home/mmaia
vi .bashrc

Adicione as seguintes variáveis de ambiente: MAVEN_HOME apontando para o diretório do maven onde você descompactou, MAVEN apontando para o diretório bin e por último export o PATH do S.O para sempre encontrar o comando mvn no seu shell, lembre-se de apontar para onde está localizado o Maven no seu disco:

É isso, basta agora abrir um novo shell e de qualquer local verificar a instalação com o comando:
mvn -version

Você deverá ver uma saída como essa:

04/12/2012

Como mudar o nome de um NodeAgent no WebSphere

Outro dia me deparei com a necessidade de mudar o nome do Host Name de um Node Agent do WebSphere isso pode ocorrer por vários motivos, como por exemplo: para corrigir a propagação do plugin do IBM HTTP Server ou simplesmente porque a máquina irá mesmo ser migrada para um outro nome ou ainda para migrar um profile de máquina, dentre outras possibilidades.
Para visualizar, navegue no Admin console do WebSphere(Domain Manager - DMGR):
System Administration > Nodes
Você deve então visualizar o Host Name do Node desejado conforme ilustrado na imagem abaixo:


Neste caso vou mudar o Host Name do NodeAgent para ao invés de ser localhost passar a ser mmaia.ibm

Para fazer isso o primeiro passo é baixar todos os processos de WebSphere rodando neste ambiente e então fazer um backup do profile que será atualizado para caso seja necessário restaurar posteriormente. Veja este link para fazê-lo.
Feito o backup vamos agora executar o utilitário do WebSphere wsadmin, isso deve ser feito no diretório bin do profile do Domain Manager(Dmgr) ou não funcionará corretamente. Execute o comando:
./wsadmin.sh -conntype NONE -lang jython

Isso irá colocar o shell no modo jython, conforme mostrado na imagem abaixo, se for primeira execução do wasadmin no seu ambiente você deverá ver o processamento de várias libs antes de entrar no modo de execução do wasadmin:

Execute agora a função jython AdminTask.changeHostName no modo iterativo, o que irá fazer com que os parâmetros da função sejam solicitados no console wsadmin, e salve as configurações, conforme ilustrado abaixo:

AdminTask.changeHostName('[-interactive]')



Preencha com os novos valores e coloque F no final para salvar a alteração, depois salve a alteração executando a função AdminConfig.save().
Pronto, saia do modo wasadmin digitando exit e reinicie seu profile(node e servers).
O novo valor deve aparecer no NodeAgent agora:

Como fazer back-up de um Profile do WebSphere

Constantemente é necessário fazer alguma alteração em um ambiente WebSphere e para ambientes críticos onde não pode haver erros ou indisponibilidade do ambiente é importante que seja feito um backup do Profile para que, emergencialmente, caso seja necessário façamos o rollback das alterações para um estado estabilizado.

Para fazer este backup utilizando a ferramenta que acompanha o WebSphere basta executar o script backupConfig.sh de um profile e passar o arquivo de destino que você quer salvar, por exemplo:
./backupConfig.sh AppSrv_1_mutual_authentication_profile_bkp.zip


Executando o comando acima o utilitário de backup irá parar todos os processos relacionados ao profile e irá fazer o backup, resultando em um arquivo chamado AppSrv_1_mutual_authentication_profile_bkp.zip neste mesmo diretório. Este Profile poderá posteriormente ser restaurados utilizando o script manageprofiles.sh:
./manageprofiles.sh  -restoreProfile -backupFile AppSrv_1_mutual_authentication_profile_bkp.zip